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IPPAR


A Igreja de Santa Cruz de Coimbra: História, Conservação e Restauro da Fachada e Arco Triunfal
 
  Colecção Cadernos II Série

Obra dedicada ao restauro do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, panteão da casa real portuguesa e testemunho da evolução da arquitectura do nosso País ao longo dos tempos. O monumento caracteriza-se pela conhecida fragilidade dos materiais utilizados, nomeadamente na sua fachada, que contribuiu para a sua rápida degradação. O documento retrata a recuperação deste mosteiro – que integrou uma equipa multidisciplinar – desde os estudos preliminares à intervenção propriamente dita. Teve como mérito a devolução à cidade de Coimbra, de um dos seus mais emblemáticos edifícios, definitivamente revalorizado.

Conservação

Reabilitação

IP.R.1  
IPPAR  
2001  
 35.00  
Abóbada de Charola do Convento de Cristo. Restauro.
 
  

Foi em 1998 que se deu início ao restauro da pintura mural da Charola do Convento de Cristo. Vicissitudes várias fizeram com que os trabalhos se demorassem, de modo a que, somente em 1995 foi possível retomar o trabalho com bases sistemáticas e credíveis. Graças ao trabalho de intervenção do IPPAR, de que este livro é um documento, é agora possível visitar a Charola com a pintura mural da abóbada restaurada, com os raríssimos estuques manuelinos consolidados, e com outras obras do património integrado restauradas.

Conservação

História da Arte

Reabilitação

IP.R.2  
IPPAR  
2000  
 2.29  
Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970
Coordenação: Ana Tostões, Manuel Lacerda, Miguel Soromenho, pp. 391
 

Este catálogo dá início formal ao projecto do IPPAR de classificação do Património Arquitectónico Português do século XX. Mais de quarenta anos após a apresentação da questão do património moderno entre nós, esta obra surge como uma nova síntese crítica da modernidade portuguesa e do modo particular como os arquitectos portugueses lhe responderam. Integrando diversos ensaios sobre questões fundamentais e específicas desta temática, um artigo sobre a história da arquitectura deste período e uma cronologia, esta publicação apresenta, antes de mais, um importante catálogo de edifícios e bairros, amplamente ilustrado, fixando um primeiro inventário da Arquitectura Moderna em Portugal.

Arquitectura
História da Arte
Urbanismo
IP.E.12  
IPPAR  
2004  
 38.00  
Arte e Arquitectura nas Abadias Cistercienses nos Séculos XVI, XVII e XVIII
Colóquio, 23-27 Novembro 1994, Mosteiro de Alcobaça, Lisboa, pp. 327.
Imagem do Livro/Revista
Santa Maria de Alcobaça, por razões que se prendem com toda uma larga tradição de capitalidade da Ordem dos monges brancos do nosso país, será, porventura, a casa monástica mais estudada entre nós. O que se compreende pelo próprio facto de isso corresponder ao estado presente da historiografia portuguesa, em que os séculos XVI a XVIII se apresentam como aqueles sobre que mais escasseiam os nossos conhecimentos.
Mas, para lá da bibliografia histórica e crítica sobre Santa Maria de Alcobaça, permanece em aberto o estudo em primeira mão dos fundos e colecções documentais, em grande parte inéditos ou pouco explorados pelos investigadores da história cisterciense.
Arquitectura
IP.A.1  
IPPAR  
2000  
 39.90  
As Rochas dos Monumentos Portugueses. Tipologias e Patologias.
Luís Aires-Barros
Lisboa, 2 vol., pp. 535
A obra organiza-se em dois volumes. No primeiro é feita uma abordagem dos princípios da mineralogia e da petrografia. É estudada a alteração das rochas sistematizando-se as suas patologias - de forma profusamente ilustrada com exemplos de monumentos portugueses. São abordadas as técnicas físico-químicas de análise. No segundo volume são apresentados alguns "estudos de casos" que tiveram lugar no LAMPIST (Laboratório de Mineralogia e petrologia do instituto Superior Técnico), tais como o Mosteiro dos Jerónimos, a Basílica da Estrela, a Torre de Belém, entre muitos outros.
Conservação
IP.E.3  
IPPAR  
2001  
 44.89  
Boletim IPPAR Teatro Nacional S. João
Coordenação: Mafalda Magalhães Barros, Lisboa, pp. 107
Imagem do Livro/Revista
O Teatro Nacional de S. João é um edifício inserido numa malha urbana específica da cidade do Porto. Pela sua volumetria, morfologia e linguagem arquitectónica, define, num apertado contexto do quarteirão onde é implantado, um símbolo de uma arquitectura do uso de novas tecnologias, apresentando um rigor compositivo e um esteticismo formal que nos transmitem a expressão de um importante período do percurso criativo do seu projectista, o arquitecto Marques da Silva.
O IPPAR, com a execução desta importante obra, põe em atenção as fundamentais variáveis que constituem a principal preocupação da conservação do património arquitectónico
Reabilitação
IP.E.5  
IPPAR  
1995  
 14.96  
Critérios de Classificação de Bens Imóveis
 
  Coordenação: Flávio Lopes

O IPPAR tem como uma das áreas de acção, o apoio técnico-científico, a análise, o pronunciamento e a apresentação de propostas de classificação relativas a património edificado. Este é o estudo relativo a critérios de classificação, cujo objectivo é o de servir de suporte ao trabalho permanente de promoção da salvaguarda do património arquitectónico.

Conservação

Formação

Políticas

de Intervenção

IP.L.2  
IPPAR  
2.ª Edição 1996  
 4.99  
Guia Prático para a Protecção de Bens Culturais
 
  
 

Conservação

Formação

Políticas

de Intervenção

IP.M.1  
IPPAR  
1957  
 1.00  
História e Restauro da Pintura do Retábulo-Mor do Mosteiro dos Jerónimos
Carmen Olazabal de Almada, Luís Tovar Figueira e Vítor Serrão
Lisboa, pp.302
Imagem do Livro/Revista
Corpo estranho na imaginosa arquitectura manuelina dos Jerónimos, à cabeceira da igreja sempre foram dirigidas as desconfianças de uma crítica que nunca se reviu na secura das formas típicas da arquitectura portuguesa da segunda metade de Quinhentos, nem tão-pouco nas convenções plásticas da pintura maneirista do grande retábulo que ali se colocou entre 1570 e 1572. Uma e outra receberam, entretanto, a atenção merecida pelo seu justo valor e é possível considerá-las, actualmente, como duas das mais singulares expressões da arte portuguesa da Idade Moderna, agora reunidas no presente estudo publicado pelo IPPAR.
Conservação
História da Arte
IP.E.4  
IPPAR  
2000  
 27.43  
O Palácio da Pena
Paulo Pereira, José Martins Carneiro
London, pp. 128
Imagem do Livro/Revista
Implantado num cume rochoso que domina Sintra e oferecendo vistas espectaculares da costa do Estoril, Pena é sem dúvida um dos palácios mais importantes do período romântico, em toda a Europa. A publicação desta obra visa celebrar uma nova fase na história do edifício, o qual é considerado, pela UNESCO, Património Mundial desde 1983. O presente estudo é acompanhado de fotos a cores dos interiores, que enriquecem o conhecimento da arte decorativa do século XIX na transição para o século XX.
Conservação
História da Arte
Turismo
IP.E.2  
Scala Publishers / IPPAR
1999  
 19.95  
O Palácio e os Jardins de Queluz
Maria Inês Ferro
  

Na segunda metade do século XVIII, arquitecto Jean-Baptiste Robillon concebeu o palácio no estilo francês de rococó para D. Pedro III, tio e príncipe consorte de D. Maria I. O palácio e os seus jardins idílicos vieram a ser a residência de Verão preferida da família real. Este livro sumptuosamente ilustrado inclui fotografias do palácio e dos jardins. A autora interpreta documentos de arquivo, desenhos arquitecturais e gravuras originais neste cuidadoso estudo sobre a história e a iconografia da obra prima de Robillon.

Arquitectura

História da Arte

Paisagismo

Turismo

IP.E.7  
IPPAR  
1997  
 19.95  
O Palácio Nacional de Sintra
José Custódio Vieira da Silva
  

Com as suas origens há centenas de anos, o Palácio Nacional de Sintra é dos palácios reais mais importantes de Portugal, constituindo-se como um raro exemplo de uma estrutura cuja arquitectura medieval se mantém ainda virtualmente intacta. Com o decorrer dos séculos, os estilos arquitectónicos variáveis combinaram-se, conferindo-lhe uma atmosfera rica e enigmática, que é capturada nas imagens deste livro. Este trabalho resulta de um estudo de um dos mais eminentes historiadores da arte medieval do País sobre um monumento que é, desde 1983, considerado património cultural mundial pela UNESCO.

Arquitectura

História da Arte

Turismo

IP.E.9  

IPPAR

Scala Publishers  

2002  
 13.97  
O Vitral: História, Conservação e Restauro
Organização: Mário Abreu, Pedro Redol, e Júlio Órfão
Encontro Internacional: Mosteiro da Batalha, 27-29 de Abril de 1995, Lisboa, pp. 178
Imagem do Livro/Revista
O IPPAR publicou um conjunto de actas relativas ao Encontro no Mosteiro da Batalha e pretende preservar a arte do vitral através da sua divulgação assumida como política de salvaguarda.
Nenhum outro suporte artístico como o vidro incorpora esse elemento fundamental do trabalho plástico, a luz, nem com ele trabalha de forma tão íntima. Esta relação mágica foi, desde sempre, reconhecida por artífices e encomendantes, e não espanta, por isso, que os grandes vãos possibilitados pelo voluntário perfil estrutural da arquitectura gótica passassem a receber majestosos painéis de vidro colorido que divulgavam, com as suas representações sacras, os trechos mais correntes da Bíblia, numa época em que a palavra escrita era dominada por poucos.
Conservação
IP.A.2  
IPPAR  
2000  
 19.95  
Paços Medievais Portugueses
José Custódio Vieira da Silva
  2.ª Edição Revista

Esta obra corresponde à tese de doutoramento apresentada por José Custódio Vieira da Silva à Universidade Nova de Lisboa sobre a génese e a evolução da casa senhorial em Portugal. Obra única e indispensável preenche uma lacuna há muito sentida no meio académico português englobando o estudo de várias habitações régias e senhoriais, algumas das quais afectas ao IPPAR. Graças a este livro, o património arquitectónico português ganhou uma renovada consistência, ao mesmo tempo que a todos os amadores e estudiosos da história medieval propõe novos roteiros de visita e diversas fontes de interesse científico.

Arquitectura

História da Arte

Turismo

IP.E.11  
IPPAR  
 2002  
 50.00  
Património: Balanço e Perspectivas (2000-2006)
Coordenação: Luís Ferreira Calado, Paulo Pereira e Joaquim Passos Leite, Lisboa, pp. 331
Na sequência de um outro estudo previamente realizado pelo IPPAR, em 1997, intitulado, "Intervenções no Património. 1995-2000. Nova Política", surge este novo estudo que pretende fazer o balanço dos trabalhos realizados entre 1996 e 1999, dando conta das metas atingidas. Também nos é apresentado o plano de trabalhos para o período compreendido entre 2000 e 2006, conjugando o que se fez, como se fez e por que se fez com as perspectivas para os próximos anos.
Políticas de Intervenção
Conservação
Reabilitação
IP.E.1  
IPPAR  
2000  
 32.42  
Património Estudos 3
 
  Ciências e Técnicas aplicadas ao Património

Terceira edição da revista semestral do IPPAR dedicada às Ciências e Técnicas Aplicadas ao Património. Muito diversificada e com artigos de elevadíssima qualidade, esta publicação aborda várias técnicas e concepções actuais sobre a conservação e restauro do património arquitectónico, móvel e arqueológico no nosso país e não só. Aqui se apresentam também algumas reflexões teóricas relacionadas com estas temáticas.

Conservação

História da Arte

Reabilitação

IP.PP.1  
IPPAR  
2002  
 10.00  
Património Estudos 4
 
  Conservação e Restauro de Património Móvel e Integrado

Editado pelo IPPAR, o presente número desta publicação, através de um importante conjunto de artigos, procura ilustrar a abrangência territorial da política de conservação e restauro da instituição, bem como das tipologias artísticas consideradas, desde a escultura, talha e mobiliário, pintura mural, azulejaria, têxteis, vitral, a outras menos comuns, como o restauro de sinos.

Conservação

História da Arte

Reabilitação

IP.PP.3  
IPPAR  
2003  
 12.00  
Património Estudos 5
 
Salvaguarda, Memória, Intervenções

Este número da Património-Estudos procura dividir o seu importante conjunto de artigos em três temas – salvaguarda, memória, intervenção – que se ligam directamente às acções de conservação, aos estudos sobre o património histórico-cultural e ao restauro, respectivamente, considerando as diversas tipologias artísticas. Um número ricamente plural, que abarca diversas áreas de interesse.

Conservação

História da Arte

Reabilitação

IP.PP.4  
IPPAR  
2003  
 12.00  
Património Estudos 6
 
Salvaguarda do Património, pp. 212

Este número da revista Património Estudos é dedicado à salvaguarda do património edificado, abordando algumas áreas-chave de importante divulgação para uma maior clarificação disciplinar. Desta forma, os “Cadernos” são dedicados a questões fundamentais da “salvaguarda”, como sejam: o património industrial, o ordenamento do território, o património arqueológico, a classificação de imóveis, o património edificado e municípios, o mecenato. Como habitual, é também apresentada a “memória” de monumentos afectos ao IPPAR (Convento de N.ª Sr.ª da Assunção de Tabosa e Mosteiro de Alcobaça) e as “intervenções” de reabilitação, de onde se destaca a da Casa-Estúdio Carlos Relvas.

Arqueologia

Arquitectura

Conservação

História da Arte

Reabilitação

IP.PP.5  
IPPAR  
2004  
 12.00  
Restauro de Mosaico
Adília M. Alarcão, Carlos Beloto
  

O presente livro visa um campo mais vasto do que o mosaico romano e que, normalmente, está confiado a artistas e artífices não familiarizados com as técnicas de conservação e restauro do património arqueológico e artístico, as quais envolvem conceitos internacionalmente definidos e aceites. Do que é dito sobre o mosaico romano se colhe, portanto, o necessário para benefício de obra musiva de qualquer época e composição material.

Conservação

Reabilitação

IP.M.2  
IPPAR  
1987  
 4.99  
Restauro dos Monumentos Históricos
Carlos Antero Ferreira
 Edição bilingue Português/Francês 

"A ideia de defesa e salvaguarda do património cultural radica na convicção, cada vez mais alargada e generalizada, de que a manutenção das expressões do passado histórico é um dos mais relevantes factores de continuidade na construção da memória colectiva dos povos, concorrendo para a definição e a fixação da identidade social e cultural das nações. É preciso restaurar, antes que os testemunhos se transformem em meros vestígios, e estes, por degradação progressiva ou colapso, em ruínas apenas, cenário esvaziado de sinais, narrativa sem conteúdo…”

Conservação

Formação

Políticas

de Intervenção

Reabilitação

IP.E.8  
IPPC  
1992  
 7.48  
Torre de Belém: Intervenção de Conservação Exterior
Departamento de Estudos do IPPAR e Mosteiro dos Jerónimos/Torre de Belém, Lisboa, pp. 153
Imagem do Livro/Revista
Marco singular na arquitectura portuguesa e europeia, infelizmente desgastada por uma história secular, a Torre de Belém foi agora objecto de uma ampla intervenção de recuperação - trabalho entretanto reconhecido com a atribuição do prémio Europa Nostra 1999 -, só possível após se terem associado ao IPPAR a World Monuments Fund e um significativo conjunto de empresas privadas e instituições públicas e, também, pelo recurso às mais sofisticadas tecnologias de restauro, deixando-a pronta para resistir, mergulhada no Tejo, a mais alguns séculos de vida.
Conservação
Reabilitação
IP.E.6  
IPPAR  
2000  
 24.94  

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