Seja um associado do Grémio do Património
Saiba mais
Área de Associados
Sócios Apoiantes
Revista Pedra & Cal
Livraria
Notícias
Sistema de Qualificação
Formação
Ligações
Newsletter
GECoRPA
Apresentação
Equipa
Princípios
Estatutos
Vantagens
"Bandeiras"
Protocolos
Associados
Apresentação
Formulário de admissão
I - Projeto e fiscalização
II - Inspeções e ensaios
III - Execução (Empreiteiros e subempreiteiros)
IV - Fabrico e/ou distribuição de produtos e materiais
Área Reservada
Serviços
Prestação de Serviços
Regalias
Sala de Imprensa
Comunicados
Entrevistas
Vimos e Ouvimos
Arquivo
Estudos e Documentos
Cartas e Convenções
Comunicações e Artigos
Inquéritos
Agenda
Património para Miúdos
Estatuto Editorial
Pesquisa
Assinatura
Equipa Pedra & Cal
Números Anteriores
Número Actual
Revista Pedra&Cal
Indíce
02
Editorial
04
A sua empresa sobreviveria a um sinistro?
Estudos feitos nos EUAmostram que, em caso de ocorrência de um sinistro, cerca de 50 por cento das empresas fecharia imediatamente e cerca de 29 por cento, no prazo de dois anos
 
LARRY Z. SHERMAN
06
As instalações e os sistemas contemporâneos são uma oportunidade e não uma contrariedade
 
VICTOR MESTRE
09
Instalações Técnicas e Estruturas em Intervenções de Reabilitação
Conflitualidade Resolúvel
 
JOÃO APPLETON
12
Ailuminação urbana e ambiental
Instrumento de valorização das Cidades Históricas e Áreas Urbanas
 
M. J. PINTO-COELHO
16
OPapa-formigas (Myrmecophaga Tridactyla)
Instalações e Sistemas nos Edifícios e Centros Históricos
 
ANTÓNIO PEREIRA COUTINHO
19
Central de Sobreiras
Rede de Drenagem de Águas Residuais Domésticas do Porto
 
CARLOS MEDEIROS
24
Casa do Lanternim - Mértola
Climatização - Painéis Refrigerados/Aquecidos
 
ANTÓNIO LEMOS
27
Instalação de infra-estruturas contemporâneas em edifícios decorados com estuques ornamentais
A utilização de um edifício antigo exige uma adequação às exigências técnicas contemporâneas, essenciais para o seu funcionamento actual, principalmente em edifícios de serviços, casos da climatização, das condições lumínicas, da detecção de incêndio
 
HÉLDER COELHO COTRIM, MARIADO ROSÁRIO VEIGA, JORGE DE BRITO
30
Contributo da Oz na reabilitação do Coliseu Micaelense
Recolha da informação de suporte à elaboração do projecto da intervenção estrutural
 
CARLOS MESQUITA
32
Porta da Barbacã
Conservação e Restauro do Arco Pequeno de Almedina
 
JOÃO VARANDAS
36
As Leis do Património
Poder/dever de reclamação do empreiteiro de obras públicas
 
A. JAIME MARTINS
39
Agenda
40
Notícias
42
Vida Associativa
46
Livraria
48
“Instalar ou desinstalar, eis a questão…”
 
JOSÉ MARIA LOBO DE CARVALHO
49
Associados GECoRPA
52
Gabinetes Técnicos Locais
Além da reabilitação, o desenvolvimento sustentável
 
NUNO TEOTÓNIO PEREIRA
Preço:
4,48 €
N.º 27
Redes, Instalações e Sistemas em Edifícios e Centros Históricos
Para poderem desempenhar convenientemente as suas funções essenciais e proporcionarem adequadas condições de habitabilidade, conforto e segurança, os edifícios devem dispor de um conjunto de instalações e sistemas: abastecimento de água, drenagem de esgotos, abastecimento de gás, abastecimento de energia eléctrica, iluminação, telecomunicações (telefone, TV por cabo, TV satélite), aquecimento, ventilação e ar-condicionado, detecção e combate a incêndios, anti-intrusão, elevadores.
A execução dessas instalações e sistemas é, desde logo, uma das principais origens de alterações importantes. De facto, a execução e posterior actualização, ao longo do tempo, de instalações de abastecimento de água, de gás, de electricidade bem como a execução de redes de esgotos, provocaram, nos edifícios antigos, em geral, e nos pombalinos, em particular, danos e adulterações importantes. O mesmo se passa com os sistemas de ventilação e climatização e com os elevadores, sobretudo se tais tipos de trabalho forem concebidos e executados de forma incompetente ou descuidada e recorrendo, nas alterações estruturais, ao betão armado. O impacte negativo das instalações e sistemas continua, depois, quando o seu funcionamento se revela deficiente. As fugas nas canalizações de abastecimento de água e de drenagem das águas usadas revelam-se particularmente nocivas.
Os edifícios antigos, a reabilitar, precisam, sem dúvida, de ser dotados de um melhor isolamento sonoro e térmico, de melhores acessos, de casas de banho e de cozinhas que permitam uma utilização segundo os padrões actuais de conforto e habitabilidade. Porém, tal não implica a sua adulteração. Grande parte dos fabricantes internacionais de equipamentos para edifícios de habitação tem hoje linhas de produtos pensados especificamente para intervenções de reabilitação pouco intrusivas. Por exemplo, os fabricantes mais importantes de elevadores têm soluções que dispensam a casa de máquinas, com o mecanismo concebido para caber em espaços confinados, e com elevação feita a partir da base. Para as "zonas húmidas" do edifício, casas de banho e cozinhas, há modelos em "kit", completos, que se podem instalar, de uma forma quase reversível, sem demolição de paredes ou outros danos. O mesmo se passa em relação às instalações sanitárias, canalizações de abastecimento de água, canalizações de esgotos, instalações eléctricas e ventilação. Mas os equipamentos e instalações especialmente concebidas para a reabilitação de edifícios antigos, não resolvem, só por si, o problema: é necessário que os donos de obra sejam suficientemente exigentes (por si ou por imposição regulamentar) e que os construtores e, sobretudo, os projectistas, possuam as qualificações adequadas. Daí que o GECoRPA se venha batendo para que o sistema dos "alvarás" tenha categorias específicas para a reabilitação e que um sistema de classificação idêntico seja criado para os projectistas.
Vítor Cóias, Director
© Copyright
Gecorpa
. Todos os direitos reservados.
Develop By: